E a ‘treta’ contra o Especial de Natal do grupo Porta dos Fundos continua causando desconforto na comunidade cristã. Após o boicote e um abaixo-assinado sair como uma ‘publi’ genérica e grátis para Netflix, o juiz federal William Douglas afirmou em suas redes sociais que deseja processar o serviço de streaming Netflix pelo filme A Primeira Tentação de Cristo que - nas palavras dele - ofende o sentimento religioso.
‘Escolher a principal data do calendário cristão para nos ofender é uma vergonha’, escreveu o magistrado. ‘Não vou cancelar a assinatura da Netflix; pretendo processar a empresa por ofensa ao sentimento religioso. Se ofende minha crença ou a de outrem, me ofende também. E vamos usar a lei. Viva o respeito ao próximo!’.
Cê já segue o @portaleupostei
? Também temos conteúdo te esperando por lá! ;)
Em seu perfil no Instagram, Douglas pede para que os mais de 220 mil seguidores assinem o abaixo-assinado para a remoção do filme ‘A Primeira Tentação de Cristo’ do catálogo, a petição já tem mais de 1,7 milhão de assinaturas, que pede também para que o grupo Porta dos Fundos seja responsabilizado por blasfêmia.
Segundo o jornal Estado de São Paulo, não há notícia sobre queda no número de assinantes, muito pelo contrário. Muita gente que teria passado despercebida pelo vídeo foi conferir o motivo de tanta polêmica. A ousadia de apresentar uma versão gay de Jesus e um Deus pegador que tenta seduzir Maria foi em grande parte escorada em decisão judicial de 2015, quando a Justiça de São Paulo arquivou um processo movido pelo deputado e pastor Marco Feliciano contra o canal, acrescenta o jornal.

